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A mostrar mensagens de novembro, 2018

A tecnologia nas aulas de História

É notável que as diferentes tecnologias digitais potenciam, a priori , o desenvolvimento de uma consciência crítica, uma vez que através delas se pode fazer a ponte entre o passado e o presente. Ao questionar quantas   vezes os professores de História procuram que os seus estudantes formulem raciocínios de causalidade complexa e consigam perceber os acontecimentos a nível não só conjuntural, mas também estrutural? É percebido que a possibilidade de desenvolver este raciocínio a um nível mais prático, que a tecnologia, normalmente, pode possibilitar, tal como a visualização de mapas interativos, a construção de bases de dados com informação variada ou até a participação num jogo de computador, contribuirá, certamente, para que os estudantes adquiram as competências definidas e desejadas. A História, apesar de todas estas dificuldades, ao tratar do passado e dos seres humanos desse mesmo passado, apresenta uma série de características especiais enquanto disciplina: tem a questã...

Análise da tecnologia móvel nas escolas

Com bases nos textos para estudo percebe-se que as ferramentas da web, a aprendizagem online e as potencialidades dos dispositivos móveis trouxeram novos e estimulantes desafios para os sistemas educativos e para os seus profissionais. Um dos principais desafios prende-se com a necessidade de reconfigurar ambientes (virtuais) de aprendizagem que respondam às necessidades das “mentes móveis” dos estudantes desta sociedade digital e em rede. A escola de hoje não é nem deve ser a mesma de alguns anos atrás, mas, para tal, é preciso enfrentar alguns desafios e um deles é o uso de novas tecnologias em sala de aula, em especial a tecnologia móvel, vista muitas vezes pelo professor como algo que atrapalha e chama a atenção dos alunos desviando o sentido da aula. Talvez, as velhas práticas, as ferramentas ultrapassadas e as metodologias retrógradas já não são suficientes para suprir as necessidades do atual cenário educacional brasileiro sendo  preciso considerar que as infor...

9 dicas para professores escolherem recursos educacionais digitais

Pode ser divertido, gratuito, mas sempre existe o risco daquele aplicativo que ganha até um tempo de aula privilegiado não surtir o resultado prometido para melhora do aprendizado. Para evitar que educadores caiam em “armadilhas pedagógicas”, o CIEB (Centro para a Inovação da Educação Brasileira) lançou a publicação  “Orientações para Seleção e Avaliação de Conteúdos e Recursos Digitais” (clique para baixar) , um novo volume de sua série de notas técnicas, para falar sobre o tema diretamente com quem está na ponta do processo. Trata-se de um documento preparado pela instituição para contribuir com o debate público sobre inovação na educação. Como publicado pelo  Porvir  no guia  Tecnologia na Educação , a tecnologia permite acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para avançar na discussão, o documento do CIEB reforça que é preciso que professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramenta...

Especial Tecnologia na Educação - Por que usar tecnologia

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Currículo e Tecnologia - Como integrar? – vídeo EaD Escola Digital

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Escola digital

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FONTE: https://rede.escoladigital.org.br/ead_rede

ECOSSISTEMAS DIGITAIS, TECNOLOGIAS E COMPETÊNCIAS DE APRENDIZAGEM

A aprendizagem ao longo da vida assume uma relevância cada vez maior, uma aliança entre contextos formais e informais de aprendizagem, potencializados pela tecnologia, conectando os indivíduos, criando redes dinâmicas e ecológicas capazes de responder aos desafios da sociedade e dos seus ecossistemas digitais. As “novas” sociedades de conhecimento necessitam de sistemas educacionais, onde as salas de aula estejam conectadas a instrumentos e redes de conhecimento sempre atualizados, pois a relação entre professor e estudante está a transformar-se num ecossistema de conhecimento, estendendo-se   ao longo da vida do estudante, sendo preciso criar e manter recursos humanos capazes de melhorar a competitividade da sua organização, por meio da aplicação do seu conhecimento. Associado ao campo educativo, e com a disseminação das tecnologias e o crescente acesso à internet, o termo ecossistemas digitais online de aprendizagem vem ganhando   um significado cada vez mais relevante...

Educação Aberta

O termo educação aberta é usado atualmente no contexto dos chamados Recursos Educacionais Abertos e trazem novas práticas de ensino-aprendizagem que se popularizaram com o surgimento e crescimento das tecnologias educacionais. Esse termo é utilizado em contextos diferentes envolvendo diversas práticas, sendo algumas mais tradicionais e outras mais recentes, de modo que a utilização desses recursos educacionais abertos é mais uma maneira de se fazer educação aberta. Lewis e Spencer (1986) definiram a educação aberta como um termo utilizado para descrever cursos flexíveis que são desenvolvidos para atender necessidades individuais; objetivando remover as barreiras de acesso à educação tradicional, e sugerem uma filosofia de aprendizagem centrada no aluno. Gourley e Lane (2009) apontam dois fatores que contribuíram imensamente para oferecer novas maneiras de como o usuário pode interagir com o conteúdo em educação aberta. Esses fatores são, em primeiro lugar, o progresso  da tecn...

WEB 2.0 NA EDUCAÇÃO

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Desafios das redes sociais

A aprendizagem em espaços virtuais, como por exemplo, as redes sociais constitui um enorme desafio para a sociedade digital, na medida em que estes ambientes remetem-nos para uma Pedagogia 2.0 e para o paradigma emergente da Educação Aberta. A mesma tem sido considerada uma filosofia educacional importante para o enriquecimento à aprendizagem ao longo da vida e proporciona a oportunidade de crescimento e aprofundamento do conhecimento. Entre as redes sociais, o Facebook apresenta-se como um enorme desafio à educação, na medida em que pode proporcionar um processo dinâmico de ensino-aprendizagem do qual os estudantes se sentem parte integrante. Ao fazerem parte desse processo, revelam-se estudantes competentes na arte de aprender, com ações mais autônomas e maior responsabilidade na construção do seu próprio conhecimento (BASSO et al., 2013). Nesse contexto educativo de mudanças, emerge, pois, como compromisso fundamental e como construto fundamental nuclear o autoconceito acadêmico,...
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